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Conheça as principais razões pelas quais os consumidores se identificam com empresas e marcas

Muitos consumidores — consciente ou inconscientemente — esperam que o papel das empresas hoje dia seja ajudar a estabelecer, ou restabelecer, a conexão real entre humanos de uma forma autêntica e significativa.

As grandes marcas do mercado, atualmente, não estão apenas oferecendo um benefício social na compra de seus produtos, mas cada vez mais tentam disponibilizar maneiras de se conectar emocionalmente com determinados grupos de pessoas, na tentativa de encaixar e sentir-se parte da sociedade atual.

Embora o mundo de hoje seja dominado pelo barulho e pela solidão das mídias sociais, as marcas conseguem romper esse véu e falar diretamente com os consumidores. Então, como as empresas entram em contato e conversam com o consumidor moderno? As redes sociais são a nova porta de entrada.

Você já pensou em quantas marcas segue online? E por quê? Qual a conexão com o que elas representam? Você se sente incluído em um movimento, parte de uma tribo? Essas são as perguntas que devemos fazer antes de interagir com organizações e entidades no mundo digital.

As empresas hoje, através de estratégias de marketing, podem conectar pessoas de maneiras significativas e autênticas, seja por gênero, idade, demografia ou socioeconômica — jeitos que nenhuma companhia poderia ter imaginado em décadas anteriores.

Como criamos conexões significativas?

Existem diferentes abordagens para cada categoria de negócios, mas que manifestam sempre no consumidor alguns dos pontos-chave específicos para conectar de forma autêntica. Esses comportamentos entram em ação quando uma marca quer criar um vínculo entre sua promessa e o produto (o que oferece) com o que as pessoas estão buscando em um nível humano profundo (o que precisamos). É indiferente se determinada marca ou empresa está no setor da computação, alimentos, roupa, automóveis, diversão digital ou até mesmo os meios de comunicação.

No caso dos sites de entretenimento eletrônico por exemplo, as diferenças podem ser tão grandes para o cliente que pode ser comparado a escolher um carro. Você não vai ter a mesma experiência com uma Ferrari que com um Ford, mas não há nada de errado com nenhum dos dois, apenas depende da abordagem que a empresa dá no mercado e os pontos nos quais o cliente consegue conectar emocionalmente. Ao escolher um determinado site para passar o tempo jogando poker, bingo ou qualquer outro tipo de jogo de cassino online, o jogador se baseia na confiança e na atração. O mesmo que ao comprar um carro.

A conexão emocional não é apenas necessária hoje para as marcas permanecerem relevantes e prósperas, mas está ficando claro que os consumidores desejam que as empresas sejam confiáveis e conectem pessoas de forma significativa. Através da humanização das marcas é possível conectar com as raízes profundas de atitudes, crenças e comportamentos das pessoas.

O padrão do que significa ser uma marca amada por seus consumidores mudou fundamentalmente. Não se trata apenas de fazer um ótimo produto. Também não basta ter uma ótima imagem ou vender um produto popular. É preciso encontrar maneiras de chegar ao subconsciente individual, sem ter medo de investir nem medir esforços. Quando as empresas realmente buscam conectar-se com as emoções dos clientes, a recompensa pode ser enorme.

As empresas mais sofisticadas estão tornando a conexão emocional parte de uma estratégia ampla que envolve todas as funções da cadeia de valor, desde o desenvolvimento de produtos e marketing até vendas e serviços.

Identificar e medir os motivadores emocionais ainda é complicado, porque os próprios clientes podem nem estar cientes deles. Esses sentimentos são tipicamente diferentes do que os clientes dizem ser os motivos pelos quais fazem escolhas de marca e dos termos que usam para descrever suas respostas emocionais a marcas específicas.

Além disso, as conexões emocionais com os produtos não são uniformes nem constantes; elas variam por setor, marca, ponto de contato e a posição do cliente na jornada de decisão. A publicidade ainda tem muito a ver com a forma que cada um escolhe e assimila as mensagens de cada marca, não apenas com o alcance do consumidor, e em qualquer categoria de negócio.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Correio Braziliense.

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